Há mais ou menos um mês comecei a pegar o Metrô linha vermelha de segunda a sexta ás 08:30hs e ás 17:30hs. O engraçado é que de todos os sentimentos que o Metrô lotado me causa o que mais prevalece não é a raiva de ter pessoas tão mal educadas e ignorantes, o sentimento que me persegue em toda a viagem é FASCINIO.
È incrível a capacidade humana de se comprimir! E sempre, quando acho que seria impossível que tenha espaço para qualquer alma medíocre que resolva laçar naquela multidão de corpos, o Brás sempre me prova o contrario. Simplesmente Incrível, vai contra qualquer lei da física que já aprendi.
Não vou criticar o governo nem coisa do tipo, pois já estou gasta de escrever redações assim, e na verdade não é culpa dos meios de transporte. È que existe gente demais.
Ahhhh!!! Outra coisa que acho Impressionante! A capacidade que pobre tem para se reproduzir. È sério, não levem como preconceito. Minha família mesmo, está ai para provar, eu tenho quatro irmão. Quatro pessoas que nasceram com a finalidade de encher o meu saco. Simplismente Incrível!
Quem nunca pagou um mico daquele a ponto de ficar com vergonha durante meses? Eu me considero uma destrambelhada nata em tudo eu tropeço, bato e até mesmo quebro. Para ter uma idéia das coisas mais absurdas que já cometi quase coloquei fogo em casa duas vezes.
Estava eu tomando meu todinho e lendo alguns posts quando achei um que estava escrito o seguinte “Os homens são idiotas”. Quando vi, minha curiosidade quis saber quem era a mulhezinha que havia dito isso. Mas estava enganada é um post de um cara
Certo dia liguei a TV e assistindo o noticiário normalmente… aparece a noticia de que um grupo de jovens havia entrado na Bienal e pixado as paredes da mesma. Me surpreendi 1º com a possibilidade de entrar invasores sem ter o mínimo de segurança a ponto de conseguirem fazer o que fizeram. Até então não estava julgando ninguém pensei que havia sido um protesto para… sei lá… expor obras de artistas pobres, para dar uma oportunidade ou sei lá o que. Mas em 2º, uma garota foi presa